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Archive for the ‘Saúde’ Category

Siso ou não Siso

January 17th, 2010 pdc No comments

Extrai o segundo Siso dos quatro que tenho que tirar… Levou 2 horas e doeu muito. Fora isto o dia não era dos melhores. A cadeira estava com problema, minha camisa saiu toda manchada de sangue, sai com a boca anestesiada e nem conseguia falar. Cheguei na farmácia do Nacional e o atendente não queria me vender os medicamentos. Imagine a cena: Eu não conseguia falar e tinha que dar explicações para o Atendente, sendo que eu já havia feito o mesmo procedimento 2 meses atrás… Em resumo: Uma função… E o lado esquerdo do rosto inchou… Mais que o primeiro. Mas faz parte…

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Gastroenterite

April 12th, 2009 pdc No comments

Esta semana estive de molho devido a uma gastrointerite.
Eta doencinha marvada…
Mas estou voltando as atividades.

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Gorduras trans

October 16th, 2008 pdc No comments

Elas fazem mal, mas dá para riscá-las do cardápio?
Jurema Aprile*
Estrutura da molécula de gordura trans
Durante muitos anos, a manteiga foi considerada uma inimiga da saúde porque é feita da nata do leite de vaca, é gordura saturada, de origem animal e tem colesterol. A boa amiga passou a ser a margarina. De repente, mudou: as halvarinas (do holandês, “halv”, metade), com a metade da gordura da margarina, eram consideradas melhores – hoje elas têm a denominação “margarinas light”.
Mas a margarina também tem seu lado nada saudável. Para transformar os óleos vegetais de que ela é feita em gordura sólida ou pastosa, usa-se um processo químico chamado hidrogenação, que embute hidrogênio nas moléculas do óleo vegetal. É assim que se criam as gorduras trans.
Elas não são totalmente estranhas ao cardápio humano: a carne e o leite de animais ruminantes, como bovinos e caprinos, possuem trans em quantidades mínimas, quase inexpressivas. O problema, como tudo que se come, está na quantidade.

Pega na cintura
Segundo um estudo recente da Universidade Wake Forest, nos Estados Unidos as gorduras trans são as responsáveis pela produção da gordura visceral, que se acumula na região da cintura. Isso leva à síndrome metabólica, uma conjunção de doenças crônicas graves: diabetes, pressão alta, alto nível de colesterol ruim e de triglicérides no sangue.
Tem mais: as trans diminuem o bom colesterol e ainda aumentam o mau colesterol, aquele que se deposita nas paredes das artérias e forma placas de gordura que endurecem e entopem os “encanamentos” por onde circula o sangue no organismo.
Um estudo publicado na revista científica “New England Journal of Medicine” constatou consumir cinco gramas de gordura trans por dia aumenta em 25% o risco de problemas cardíacos. Por isso, consumir esse ingrediente na alimentação, hoje, é visto como um enorme fator de risco para doenças cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC).

Nem sempre foi assim
A gordura trans é muito usada na indústria nos últimos 30 anos porque, além de barata, dá crocância, textura e conserva-se sem ranço por mais tempo que a gordura de origem animal. Faz parte da receita de sorvetes, salgadinhos, bolos, chocolates, coberturas doces, batatinhas fritas de fast food, biscoitos, cookies, folhados, margarinas, maioneses – e por aí vai.
A lista é imensa. Muitos produtos feitos em padarias, confeitarias e lanchonetes são preparados com gordura vegetal hidrogenada, principal fonte da gordura trans.

Agora é lei
Uma entidade não-lucrativa norte-americana, a Ban Trans Fats, especializou-se em cobrar da indústria a transparência necessária em seus rótulos contando ao consumidor onde a gordura trans está presente. E conseguiu várias vitórias, inclusive uma lei da FDA, a agência de vigilância sanitária dos Estados Unidos, que obriga os fabricantes a explicitarem a presença dessa gordura no alimento.
Por aqui, isso também é lei, desde agosto de 2006: as empresas são obrigadas a informar nos rótulos de seus produtos alimentícios se eles são ou não livres de gorduras trans. O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) fez em outubro um levantamento com 370 alimentos industrializados à venda nas prateleiras dos supermercados brasileiros. Desses, apenas 231 estão cumprindo a lei. Os demais têm até dezembro para se ajustarem às novas exigências.

Parece, mas não é
Mas não pense que ao comprar algo “sem gorduras trans” na embalagem você não vai consumi-las. Os alimentos que não atingem o valor mínimo estabelecido – 0, 2 grama por 100 gramas – são considerados livres pela lei de rotulagem. Assim, um alimento pode ser considerado “zero trans” quando contiver quantidade menor ou igual a 0,2 grama desse nutriente numa porção, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
É por isso que o consumidor compra chips, cubos de caldo de carne, margarina ou sorvete “livre de gorduras trans” na frente da embalagem, mas pode encontrar na parte de trás a expressão: “gordura vegetal hidrogenada” – ou seja, a própria trans.

O tamanho da porção
A cota diária de trans é de 2,2 gramas, no máximo, segundo a Organização Mundial de Saúde. Isso dá menos de um cookie por dia, ou meio biscoito recheado. Você pode trocar esse meio biscoito por meio donuts, ou por um pacote pequeno (25 gramas) de batatinhas chips. Uma porção grande de fritas de fast food? Esqueça: ela equivale às cotas de quatro dias juntos.
Da próxima vez que você for a um supermercado, além da informação se tem ou não gordura trans, observe a lista de ingredientes dos alimentos processados. Você verá as palavras “hidrogenado”, “parcialmente hidrogenado” ou “gordura hidrogenada” muitas vezes. Quanto menos alimentos desse tipo entrarem no seu carrinho, melhor para a sua saúde.

Trans não é a mesma coisa que saturada
Muita gente acredita que fritar um alimento já produz gorduras trans ou saturadas. Na verdade, isso tem a ver com a gordura oxidada . Você também pode tornar a gordura prejudicial quando frita alguma coisa em óleo vegetal.
Todas as vezes em que se aquece bastante um óleo ele se oxida – por aí já dá para imaginar a quantidade de gordura oxidada no pastel de feira e naquelas frituras feitas com óleo reaproveitado na cozinha. Esse fenômeno causado pela fritura continuada se chama polimerismo. Trata-se da produção de grandes moléculas que são prejudiciais para a saúde e podem aumentar o risco de desenvolver vários tipos de câncer.
Já a gordura saturada existe em grandes quantidades nos produtos de origem animal, como carne, leite e derivados. Só para você saber: quando se come algo com gordura saturada, o fígado processa essa substância e produz o temido colesterol.
Essa gordura existe em pequenas quantidades nos óleos vegetais, que são as gorduras “boas”. Por exemplo, o óleo de canola tem 6% ou 7%, o de girassol tem 11%. Apenas dois óleos vegetais têm muita gordura saturada: o de coco (95%) e o de palma (ou dendê), com cerca de 50%.

Perca o medo dele
Ninguém vive sem colesterol, por isso é bobagem quando alguém diz que “está com colesterol”: todos estamos. A vida humana não é possível sem ele – tanto, que 70% do nosso colesterol é fabricado pelo próprio organismo. Essa substância gordurosa é básica para várias funções vitais, como a fabricação de hormônios e a formação das células.
É no colesterol em excesso que mora o perigo. Ao se acumular no sangue, ele forma os ateromas, aquelas placas de gordura que entopem as artérias e levam ao derrame e ao infarto.
Agora você já sabe: excesso de colesterol, gordura saturada e gorduras trans são três coisas diferentes – e delas, a trans é a pior em termos de risco para a saúde.

*Jurema Aprile é jornalista. pagina3@pagina3ped.com

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Brasil Livre da Rubéola

August 26th, 2008 pdc No comments

Precisa de informação ?

Acesse: http://www.brasillivredarubeola.com.br/rubeola.php

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Burnout: um guia para identificar, tratar e prevenir

August 9th, 2008 pdc No comments

Nadia Leite  O  trabalho está te enlouquecendo ? Cuidado com o  burnout ! – Via Baguete (www.baguete.com.br)

04/08/2008
Você sabia que os mesmos ingredientes que fazem de alguém um excelente profissional também predispõem a desencadear o burnout? O perigo, portanto, pode estar mais próximo do que o desejado.

O que é o burnout, como tratar e como saber se a fadiga, o cansaço e o desânimo estão chegando a níveis extremos?

Para responder a estas e outras questões, a Entrevista da Semana conta com Nádia Maria Beserra Leite, psicóloga da Universidade de Brasília que realizou um estudo com 8.477 profissionais para desvendar o tema.

O que é o burnout?
Nádia Leite: Burnout é um estado de sofrimento que acomete o trabalhador quando este sente que já não consegue fazer frente aos estressores presentes no seu cotidiano de trabalho.
Diferente do estresse, que se caracteriza pela luta do organismo no sentido de recobrar o equilíbrio físico e mental, a síndrome de burnout compreende a desistência dessa luta; por isso se diz que burnout é a síndrome da desistência simbólica, pois embora não se ausente fisicamente do seu trabalho, o profissional não consegue se envolver emocionalmente com o que faz.

Quais os principais sintomas?
Nádia Leite: Exaustão emocional, despersonalização e sentimento de baixa realização profissional. A exaustão emocional é uma sensação de perda de energia, de esgotamento, quando o profissional relata que, embora querendo, já não consegue mais se envolver emocionalmente com o seu trabalho.
Em decorrência dessa exaustão, surgem dois mecanismos reativos, a despersonalização, que é o desenvolvimento de atitudes negativas em relação às pessoas destinatárias do trabalho (cliente, por exemplo) e o sentimento de baixa realização profissional, ou seja, uma sensação de fracasso profissional, de ineficácia.

Como acontece este processo de despersonalização?
Nádia Leite: A despersonalização é uma estratégia defensiva desenvolvida pelo trabalhador no sentido de se proteger do sofrimento decorrente da exaustão emocional provocada, entre outras coisas, pelo seu envolvimento empático com o cliente.
Caracteriza-se por um endurecimento afetivo, pela coisificação da relação. Considero que a despersonalização é a face mais perversa da síndrome, pois se caracteriza por manifestações que vão da indiferença à hostilidade, voltadas contra  pessoas que deveriam, de alguma forma, ser atendidas, assistidas, apoiadas.

O burnout acontece com maior freqüência entre quais profissionais?
Nádia Leite: É mais frequente em profissões com altas demandas emocionais e que exigem interações intensas, como é o caso, por exemplo, dos professores e dos profissionais de saúde.
No caso dos profissionais de saúde, as demandas emocionais estão ligadas à compaixão, à onipotência de poder salvar vidas e à impotência por perdê-las; no caso do professor, as demandas são de outra natureza, estão relacionadas com a possibilidade ou não de se estabelecer um vínculo com o aluno que favoreça o seu processo de aprendizagem.
Junte-se a essas demandas emocionais todo um conjunto de fatores políticos, sociais e organizacionais desfavoráveis ao desenvolvimento de um trabalho de qualidade e temos os elementos que levam à situação de estresse crônico que antecede o desenvolvimento de burnout.

Qual a característica que une esses profissionais?
Nádia Leite: Além das características estruturais de determinadas profissões predisponentes a burnout, conforme já citado, estudos mostram que profissionais com alto grau de empatia, idealistas e comprometidos com o seu trabalho são mais propensos a desenvolver a síndrome, justamente porque são mais sensíveis às demandas emocionais.
Assim, podemos dizer que os mesmos ingredientes que fazem um excelente profissional também o predispõem a burnout, quando as condições de trabalho são muito adversas e frustram, de forma crônica, a possibilidade de realização desse trabalho idealizado.

Como identificar e tratar este quadro?
Nádia Leite: O burnout é circunscrito ao ambiente do trabalho e costuma acometer pessoas sem história anterior de adoecimento mental. Além do mais, é importante destacar que apenas um sintoma, isolado, não é suficiente para diagnosticar que um indivíduo é portador de burnout. É necessário que a pessoa apresente todos os três sintomas citados anteriormente para ser diagnosticada como portadora de burnout.
É altamente desejável que o profissional com burnout tenha acesso a atendimento especializado, tanto médico quanto psicológico. Além disso, a participação da direção da organização e dos colegas pode ajudar muito, tanto na prevenção quanto na recuperação. Meu estudo demonstrou que esse suporte social no trabalho é um grande aliado na redução dos níveis de burnout.

Como os colegas de trabalho devem lidar com quem está sofrendo o burnout?
Nádia Leite: Os colegas de trabalho podem contribuir muito para o alívio e redução dos sintomas de burnout, manifestando seu apreço, compreensão e desejo de ajudar. Isso às vezes é difícil, pois o portador de burnout pode se tronar anti-social e pouco acessível à ajuda, mas em estudo que realizei com mais de oito mil profissionais, ficou evidenciado que os que disseram ter apoio dos demais colegas apresentaram os menores níveis de exaustão emocional, despersonalização e de baixa realização profissional.
A freqüência de exaustão entre indivíduos sem suporte é quase o dobro da verificada em profissionais que percebem estar apoiados pelos seus pares. Quanto à despersonalização e à realização profissional reduzida, os dados seguem a mesma tendência: a incidência desses sintomas é três vezes maior entre os que não se sentem apoiados pelos colegas.

O RH pode ajudar de alguma maneira?
Nádia Leite: De várias maneiras. Uma delas é estudando, de forma sistemática, as características estruturais dos diversos segmentos ocupacionais existentes na organização, de modo a identificar aqueles mais propensos a provocar altas demandas emocionais e outros estressores laborais crônicos.
Outra maneira é buscar alternativas para a redução dos estressores crônicos. Alguns deles podem ser decorrentes de políticas organizacionais equivocadas ou de condições de trabalho precárias ou inadequadas.
O RH pode, ainda, contribuir promovendo, naqueles segmentos “de risco”, a formação de grupos que discutam os problemas comuns. Esses encontros, além de serem terapêuticos por si só, são excelente forma de investigação dos problemas e de alternativas de solução em relação a burnout.

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Ex-Gorda

November 4th, 2006 pdc No comments

Não tem nada pior na vida de uma gorda
do que encontrar uma amiga
gorda que virou ex-gorda.

Ex-gorda, quanto te encontra,
não quer saber como você está,
quer saber como você acha que ela está.
Se você não diz que ela está magra,
ela puxa o assunto:
“mas como você está gorda”.

Não tem jeito: você será obrigada a ouvir
como ela está se sentindo melhor depois
que emagreceu.
Seja qual for a sua frase inicial.
Já fiz todo o tipo de tentativa.
Tentativa 1

- Rosinha, você sumiu.
- Você reparou? Perdi uns 30 quilos.
Estou me sentindo outra…

Tentativa 2

- Rosinha, como é que você tem andado?
- Tenho andado com menos dificuldade.
Depois que eu perdi uns quilinhos…

Tentativa 3

- Rosinha, por onde é que você anda?
- Eu tenho andado na praia, 15 km por dia.
Depois do regime…

Tentativa 4

- Rosinha, eu tô com a maior pressa,
não vai dar pra falar agora, mas eu te ligo…
- O meu número mudou.
- Fala o novo.
- Agora é 42.
Estava usando 54, mas depois do regime…

Tentativa 5

- Silvia, não fala mais com as amigas?
- Rosinha?! Desculpa, é que eu não tinha te visto…
- É, agora está mais difícil de me ver.
Depois que eu emagreci….

Não tem jeito.
Ex-gorda vira uma espécie de
evangélica da boa forma,
uma crente da Igreja Universal
do Reino dos Vigilantes do Peso.

Só fala nesta porcaria o tempo inteiro
e depois de 15 minutos quer te converter.
Ai começa:
“Vou te levar na minha nutricionista”
” se eu consegui, você consegue”
e não pára mais.

Ex-gorda é um ser tão desagradável
quanto um ex-fumante.
Só que num restaurante,
em vez de fazer careta para a fumaça alheia,
fica falando mal da gordura da tua picanha,
critica o molho de 4 queijos do teu talharim,
a fritura da tua batata portuguesa
e o caramelo do seu pudim.

E depois ainda faz cara de superiora
quando o garçom traz o franguinho grelhado
com panaché de legumes.
É simplesmente irritante.
Ex-gorda é chata pra chuchú,
cozido e sem sal.

Por isso, de uns tempos para cá,
sempre que eu encontro uma ex-gorda,
eu finjo que não conheço.

Funciona que é uma maravilha.
Além de escapar do constrangimento,
ainda dá para curtir com a cara da ex-gorda.
É mais ou menos assim:
- Silvia, não está lembrando de mim?
Rosinha!!!
- Rosinha?
- Rosinha, da faculdade, lembra?
- Desculpa, mas eu não tô lembrando.
- Rosinha, irmã da Florentina…
- Você vai me desculpar Rosinha,
mas eu nunca te vi mais gorda…
- Como assim, nunca viu mais gorda?
É lógico que você já me viu mais gorda.
- Juro que não. Eu nunca te vi mais gorda.

Mas de qualquer maneira, muito prazer.

Eu tenho que ir… Um abraço.

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