Kathryn Bigelow x James Cameron
Kathryn Bigelow é a pior ex-mulher do mundo: ficou com os filhos, a casa e as estatuetas do Oscar.
by José Simão
Kathryn Bigelow é a pior ex-mulher do mundo: ficou com os filhos, a casa e as estatuetas do Oscar.
by José Simão
Um alemão, um francês, um inglês e um brasileiro apreciam um quadro de Adão e Eva no Paraíso. O alemão comenta:
– Olhem que perfeição de corpos: ela, esbelta e espigada; ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados… Devem ser alemães.
Imediatamente, o francês contesta: – Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras…ela, tão feminina… ele, tão masculino… Sabem que em breve chegará a tentação… Devem ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça, o inglês comenta: – Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais de contemplação silenciosa, o brasileiro declara: – Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa e só têm uma única maçã para comer. Mas não protestam, estão pensando em sacanagem e ainda acreditam que estão no Paraíso. Só podem ser brasileiros.
Num pequeno vilarejo, no meio do estado de Minas havia um armazém cujo dono, Seu Zé, se gabava de ter tudinho, qualquer coisa que se pedia no balcão. Se não tinha, fazia questão de encomendar a qualquer custo, só para atender o cliente. Com isso a fama dessa mercearia se espalhou por toda a região, e vinha gente de toda parte procurar coisas que não se achava nem na capital BH.
Sabendo disso, um paulista daqueles bem folgados, estava de férias passando por Minas e decidiu conhecer esse tal Zé do armazém.
Chegando lá, pediu uma barra de direção para sua pick up importada, o Zé foi lá no fundo, e depois de alguns minutos voltou com a tal peça.
O paulista, espantado, pensou:
- Não é possível que esse cara tenha tudo aí, vou tirar um barato da cara dele. Voltou para o hotel e ficou a noite toda pensando em como iria pegar o cara da venda. Pensou bem e no outro dia foi ate o armazém e chegando no balcão, pediu:
- O Zé, você tem “Podela”?
O dono da venda olhou espantado, coçou a cabeça e pensou:
- “Podela”? Que diabos e isso? Nunca ouvi falar… E agora? Se eu deixar de atender esse cara ai todo metido, meu estabelecimento vai perder a fama e a clientela vai sumir! O que eu faço?
Pensou, pensou, foi ate o depósito, voltou e disse ao paulista:
- Olha, tá em falta, mas vou encomendar e amanhã cedo o Sr. passa aqui e pega, são R$ 10,00 o quilo.
O paulista, meio desconsertado com a resposta do Mineiro, voltou para o hotel pensando: O que será que esse mineiro vai achar com esse nome?…
O mineiro fez de tudo, ligou para todos os seus fornecedores de produtos brasileiros e até no exterior, mas ninguém fazia nem idéia do que seria aquilo. Então ele percebeu que o paulista estava de sacanagem com ele e decidiu dar o troco.
No almoço, o mineiro comeu aquela feijoada, de noite foi ao banheiro e
prrrrrrrruhhhh. Fez aquele “trem” enorme e fedorento. Pegou o troço com uma pazinha e botou no forno por umas 3 horas até que virasse uma pedra bem dura. Aí, colocou tudo no moedor, embalou e deixou em cima do balcão com a devida identificação.
No outro dia chega o paulista todo imponente com um sorriso no rosto, e, já esboçando um ar de vitória disse:
- Conseguiu encontrar minha encomenda?
- Claro está aqui – disse o mineiro, mostrando o saquinho no balcão.
- O paulista então pediu:
- Me veja 2kg.
- Estão aqui, são 20 reais.
Então, o paulista, curioso, pegou um bocado do pó, experimentou uma pitada, pediu uma colher encheu e mandou ver, tentando descobrir o que era aquilo…
- Isso aqui é bosta!!!
O mineiro então riu e disse:
- Não, isso é o pó dela.
Ouvi uma historia sobre a Fiat. Estamos em crise ou seja, precisamos de pedidos para manter os funcionários trabalhando. Mas parece que não.
Um conhecido fez o pedido de um Fiat Uno para ser utilizado como taxi no inicio de dezembro. A entrega foi prometida para final de dezembro. Foi entregue no Final de Janeiro.
Então uma montadora, que faz férias coletivas por ter um alto estoque de automoveis não consegue entregar um Fiat Uno, o carro mais básico da sua linha de montagem ?
Onde está a crise então ?
O órgão de aviação americano (US Federal Aviation Administration) preparou uma interessantíssima Home Page, infelizmente já desativada, descrevendo um de seus mais engenhosos dispositivos.
O mesmo buscava testar a resistência do vidro dos pára-brisas de suas aeronaves, e consistia em uma espécie de canhão que disparava um frango morto na direção do vidro do avião sob teste.
O disparo era exato, e reproduzia a velocidade com a qual a ave alcançaria o avião em vôo. Teoricamente, se o pára-brisa resistisse à prova de impacto, então certamente suportaria uma colisão com um pássaro em vôo real.
Na prática, o dispositivo funcionou perfeitamente, com centenas de provas efetuadas nos EUA.
Estudiosos portugueses, que estavam desenvolvendo uma locomotiva super veloz, encontraram essa Home Page e se interessaram pelo canhão de frangos, pensando em aplicar a idéia aos pára-brisas de seu novo trem Hi-Tech, já em fase final de projeto.
Entraram em contato com a US-FAA, conseguiram um canhão emprestado, e começaram a efetuar os testes. Já no primeiro tiro, o frango arrebentou o vidro frontal do trem, quebrou o painel de instrumentos, arrebentou a cadeira do maquinista, feriu dois técnicos e voou até o fundo da locomotiva, estatelando-se na parede traseira, deixando uma profunda marca no metal.
Os portugueses ficaram completamente perplexos com o surpreendente e violento resultado.
Documentaram a cena em detalhes. Produziram fotos digitais, gravaram declarações de testemunhas oculares, elaboraram documentos técnicos, e enviaram todas estas informações em um arquivo zipado para a US-FAA via e-mail, perguntando o que é que haviam feito de errado.
Os técnicos americanos estudaram cuidadosamente a documentação recebida e responderam, em um e-mail seco e direto:
“DESCONGELEM O FRANGO”.
Depois de vários dias à espreita, o caçador avistou um urso grande. Mirou e abateu o animal. Ele estava pulando de alegria, quando sentiu um tapinha no ombro. Era um urso maior ainda, sacudindo a cabeça em sinal de desaprovação.
- Você não deveria ter feito isso – disse o urso. Você matou um dos meus semelhantes, e agora vai ter de pagar. Você prefere morrer ou ser estuprado?
Diante das circunstâncias, o caçador escolheu a segunda alternativa, abaixou as calças e entregou-se à lascívia do animal. O caçador sobreviveu, mas jurou vingança.
Um ano depois, voltou ao Alasca disposto a matar o urso que o violentara. Ele avistou o animal, mirou e o abateu com um único tiro. Logo sentiu um tapinha nas costas. Era outro urso, muito maior do que aquele em que havia atirado, e que disse:
- Você matou um dos meus semelhantes e vai ter de pagar. Você prefere morrer ou ser estuprado por mim? O caçador não podia acreditar naquilo! A cena se repetia! Ele abaixou as calças e, jurando novamente vingança, entregou-se ao vigor daquele animal monstruoso.
No ano seguinte, sedento por uma desforra, o caçador voltou ao Alasca. Avistou o gigantesco urso que o comera, mirou e abateu o animal com um tiro certeiro… e sentiu outro tapinha nas costas. Era um urso descomunal, que disse:
- Fala a verdade Argentino, você não vem aqui pra caçar, vem?
Uma dona de casa, num vilarejo, ao atender as palmas em sua porta…
- ‘Ohhhh de casa, tô entrando!’
Ela se depara com um homem que vai entrando em sua casa e joga esterco de cavalo em seu tapete da sala. A mulher apavorada pergunta:
- ‘O senhor está maluco ? O que pensa que está fazendo em meu tapete ?’
O vendedor, sem deixar a mulher falar, responde:
- ‘Boa tarde ! Eu estou oferecendo ao vivo, o meu produto, e eu provo pra senhora que os nossos aspiradores são os melhores e mais eficientes do mercado, tanto que vou fazer um desafio: se eu não limpar este esterco em seu tapete, eu prometo que irei comê-lo !’
A mulher se retirou para a cozinha sem falar nada.
O vendedor curioso, perguntou:
- ‘A senhora vai aonde ? Não vai ver a eficiência do meu produto ?’
A mulher responde:
- ‘Vou pegar uma colher, sal e pimenta e um guardanapo de papel. Também uma cachaça para te abrir o apetite, pois aqui em casa não tem energia elétrica !!!’
Moral da história:
‘Conheça o seu cliente antes de oferece-lhe qualquer coisa’.
Casamos novos. Ela com 19 e eu com 20 anos de idade.
Lua-de-mel, viagens, mobílias na casa alugada, prestações da casa própria e o primeiro bebê.
Anos oitenta e a moda era ter uma filmadora do Paraguai.
Sempre tinha um vizinho ou amigo contrabandista disposto a trazer aquela muambazinha por um preço módico.
Ela tinha vergonha, mas eu desejava eternizar aquele momento.
Invadi a sala de parto com a câmera no ombro e chorei enquanto filmava o parto do meu primeiro filho.
Todo mundo que chegava lá em casa era obrigado a assistir ao filme.
Perdi a conta das cópias que fiz do parto e distribuí entre amigos, parentes e parentes dos amigos. Meu filho e minha esposa eram os meus orgulhos.
Três anos depois, novo parto, nova filmagem, nova crise de choro.
Como ela categoricamente disse que não queria que eu filmasse, invadi a sala de parto mais uma vez com a câmera ao ombro.
As pessoas que me conhecem sabem que havia apenas amor de pai e marido naquele ato.
O fato de fazer diversas cópias da fita era apenas uma demonstração de meu orgulho.
Nada que se comparasse ao fato de ela, essa semana, invadir a sala do meu urologista, câmera ao ombro, filmando o meu exame de próstata.
Eu lá, com as pernas naquelas malditas perneiras, o cara com um dedo (ele jura que era só um!) quase na minha garganta e minha mulher gritando:
- Ah! Doutoor! Que maravilha!
Vou fazer duas mil cópias dessa fita!
Semana que vem estou enviando uma para o senhor!
Meus olhos saindo da órbita a fuzilaram, mas a dor era tanta que não conseguia falar.
O miserável do médico girou o dedo e eu vi o teto a dois centímetros do meu nariz.
A mulher continuou a gritar, como um diretor de cinema:
- Isso, doutor! Agora gire de novo, mais devagar. Vou dar um close agora…
Alcancei um sapato no chão e joguei na maldita.
Agora, estou escrevendo este e-mail, pedindo aos amigos que receberem uma cópia do filme, que o enviem de volta para mim.
Eu pago o reembolso.
Num asilo, dois velhinhos conversam, quando um diz ao outro:
- Meu organismo funciona igual a um relógio!
O outro pergunta:
- Como assim?
Daí o primeiro explica:
- Todos os dias, às 06:00 hs eu urino, às 6:30 eu faço cocô e às 07:00 hs eu acordo…
MULHER BONITA É IGUAL TSUNAMI.
QUANDO CHEGA VEM FAZENDO ONDA
QUANDO VAI EMBORA, LEVA CASA, CARRO E TUDO…