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Psicóloga francesa defende infidelidade masculina para ajudar o casamento

December 30th, 2009 pdc No comments

Por BBC Brasil
Uma das mais famosas psicólogas francesas causou polêmica ao defender, em um livro recém-lançado, que a infidelidade masculina é boa para o casamento.

No livro Les hommes, l’amour, la fidélité (“Os homens, o amor, a fidelidade”), Maryse Vaillant diz que a maioria dos homens precisa de “seu próprio espaço” e que para eles “a infidelidade é quase inevitável”.

Segundo a autora, as mulheres podem ter uma experiência “libertadora” ao aceitarem que “os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais” e que a infidelidade é “essencial para o funcionamento psíquico” de muitos homens que não deixam por isso de amar suas mulheres.

Para Vaillant, divorciada há 20 anos, seu livro tem o objetivo de “resgatar a infidelidade”. Segundo ela, 39% dos homens franceses foram infiéis às mulheres em algum momento de suas vidas.

Fraqueza de caráter
“A maioria dos homens não faz isso por não amar mais suas mulheres, Pelo contrário, eles simplesmente precisam de um espaço próprio”, diz a psicóloga.

“Para esses homens, que são na verdade profundamente monógamos, a infidelidade é quase inevitável”, afirma.

Para Vaillant, os homens que não têm casos extraconjugais podem ter “uma fraqueza de caráter”.

“Eles são normalmente homens cujo pai era fisicamente ou moralmente ausente. Esses homens têm uma visão completamente idealizada da figura do pai e da função paternal. Eles não têm flexibilidade e são prisioneiros de uma imagem idealizada das funções do homem”, afirma ela.

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Tire algumas dúvidas sobre a nova Lei Seca no trânsito

January 4th, 2009 pdc No comments

O jornal Zero Hora, de Porto Alegre, está apresentando em sua edição desta segunda-feira (23) um interessante serviço público. Em meio a três páginas de cobertura sobre a nova lei que proíbe que pessoas que beberam álcool dirijam – e com destaque às 45 prisões ocorridas no RS durante o fim-de-semana – vêm 12 perguntas formuladas por integrantes da equipe do jornal e por leitores – e respondidas por especialistas.

A matéria contém também uma informação objetiva: acaba a história de apresentar a negativa de fazer o teste do bafômetro, arguindo o direito de não fazer prova contra si próprio. Tal porque a nova legislação é explícita quanto às penalidades para quem se negar a isso. O entendimento é que a regra não vale para o trânsito. Dirigir não seria um direito, mas uma permissão do poder público, concedida apenas a quem se habilita e segue determinadas regras.

Leia as questões formuladas pela redação do jornal e as respostas

Pergunta – Quanto de álcool posso beber antes de dirigir?

Resposta – A lei assume tolerância zero com o álcool. Antes, um motorista podia ter até 0,6 grama de álcool por litro de sangue (dois copos de cerveja). Agora, mais do que zero de álcool é infração gravíssima, com multa de R$ 955 e suspensão do direito de dirigir por um ano. No princípio, enquanto se aguardam regulamentações, haverá tolerância até 0,2 grama de álcool.

Pergunta – Outros países têm o mesmo rigor em relação ao consumo de álcool por motoristas?

Resposta – Há uma série de países que aplicam o mesmo rigor.

Pergunta – Como o índice de álcool vai ser verificado?

Resposta – Fiscais de trânsito e agentes das polícias rodoviárias poderão submeter os motoristas a testes com o bafômetro. A autoridade de trânsito também poderá levar o motorista suspeito para um exame clínico, se não houver um bafômetro.

Pergunta – O teste com o bafômetro é obrigatório?

Resposta – O motorista pode ser recusar, mas, nesse caso, sofrerá a mesma penalidade destinada à pessoa comprovadamente alcoolizada: infração gravíssima, multa de R$ 955 e suspensão do direito de dirigir por um ano. Essa punição também será aplicada se o condutor se negar a outros exames para atestar a embriaguez.

Pergunta – O que acontecerá se eu me recusar a fazer o exame e depois entrar com um recurso, alegando que não estava bêbado?

Resposta – Prevendo que motoristas embriagados possam recorrer a essa artimanha para escapar da punição, a lei prevê que o testemunho do agente de trânsito ou policial rodoviário tenha força de prova diante do juiz.

Pergunta – Posso me recusar a fazer o teste com o bafômetro sob a justificativa de que, pela legislação brasileira, ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo?

Resposta – Esse entendimento amparava, até aqui, os motoristas que não queriam fazer o exame com o bafômetro. Mas a nova legislação é explícita quanto às penalidades para quem se negar a isso. O entendimento é que a regra não vale para o trânsito. Dirigir não seria um direito, mas uma permissão do poder público, concedida apenas a quem se habilita e segue determinadas regras.

Leia as questões formuladas por leitores do jornal e as respostas

Pergunta – Se tomar uma ou duas taças de vinho no almoço de domingo, quando poderei dirigir? Quantas horas são necessárias para eliminar por completo o álcool? (Hamilton Kleinowski, Porto Alegre).

Resposta – O tempo de permanência do álcool no organismo varia de uma pessoa para outra, conforme idade, peso e condições de saúde. O certo é que não basta esperar algum tempo depois da bebida para pegar a estrada. Mesmo que você beba dois copos de chope, o álcool pode ser detectável durante um período que vai de três a seis horas. No caso de uma bebedeira, pode estar sem condições mesmo na manhã seguinte, porque a presença do álcool se mantém por períodos prolongados.

Pergunta – Nunca mais poderei sair com minha esposa para um jantar romântico regado a uma taça de vinho. Por que neste país sempre os bons pagam pelos mal educados? (Roberto Kraemer Derosa, Porto Alegre).

Resposta – A alternativa é tomar um táxi ou o transporte coletivo na hora de voltar para casa ou então entregar a direção a quem não bebeu. O entendimento da lei é que, não importa a quantidade de álcool consumida, o motorista vai colocar a si e a outras pessoas em risco caso tome o volante. Mesmo quando são consumidas quantidades pequenas e não há sinais exteriores de embriaguez, as chances de a pessoa se envolver em um acidente aumentam.

Pergunta – Tenho o costume de beber no almoço uma taça de vinho tinto seco. Se logo após necessitar dirigir meu automóvel, for barrado por autoridade de trânsito e ficar comprovado que ingeri essa pequena quantidade de álcool, posso sofrer punição? (Hugo Ernesto Dienstbach, Dois Irmãos – RS).

Resposta – Sim. Você vai receber uma multa de R$ 955 e perde o direito de dirigir por um ano, porque a lei proíbe dirigir com qualquer quantidade de álcool no organismo. Quando uma pessoa tem álcool no sangue, mesmo que não apresente sinais de embriaguez, ela está mais sujeita a sofrer acidentes. Uma taça de vinho significa de 0,2 a 0,3 grama de álcool por litro de sangue, o que configura infração mesmo com a margem de tolerância que vai valer nos primeiros tempos da lei.

Pergunta – O que será penalizado é a conseqüência, ou seja, bebeu, bateu e estava alcoolizado, vai se complicar. Tomou duas taças de vinho e está dirigindo tranqüilamente, a autoridade aborda e pede documento, será liberado. É Lei Seca apenas para quem já cometeu o ilícito? (Ary Martini, Marau).

Resposta – Não é esse o espírito da lei. Não há necessidade de cometer outra infração ou delito para receber punições, porque dirigir com álcool no organismo já é uma infração, e gravíssima.

Perguntas – Caso uma pessoa coma uma sobremesa que contenha vinho, como sagu, ou tenha tomado algum tipo de medicamento com álcool, poderá ser constatada alguma dosagem de álcool nos exames de bafômetro? Se der positivo, essa pessoa poderá ser presa? (Rafael Martins Duarte Duarte, Pelotas).

Respostas – Qualquer alimento ou medicamento que contenha álcool poderá ser identificado pelo bafômetro. Por causa disso, a nova legislação determina a necessidade de disciplinar margens de tolerância para esses casos específicos. Isso ainda vai ser feito. Para o período de indefinição, vale um decreto que permite aos motoristas, por enquanto, apresentar até 0,2 g de álcool por litro de sangue. Isso é o equivalente a um cálice de vinho para uma pessoa de 80 quilos.

Pergunta – O que diz o texto da lei para o consumo de bebidas na zona urbana? (Rogério Costa de Souza, Porto Alegre).

Resposta – Com a nova medida, os estabelecimentos comerciais localizados nos trechos urbanos das rodovias federais voltaram a ter permissão para vender bebidas alcóolicas. Mas, caso o motorista seja flagrado com álcool no organismo, não escapará do rigor da lei.

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O que reserva o Futuro ?

November 15th, 2008 pdc No comments

Hoje fui em um supermercado de Gravataí e após pegar as minhas compras fui para a fila. Lá encontrei três meninas que estavam tomando todinho e comendo salgadinho. Imaginei, estavam com fome, e depois o pai vai pagar na hora de passar as compras. Coisa que não ocorreu. Elas comeram e tomaram suas guloseimas e deixaram as embalagens na gondola. Então olhando para os pais vi que os mesmos também passaram compras sem pagar… Resumindo, as crianças aprenderam isto com a própria familia.

No Brasil, vemos políticos roubando e o que esperar do povo. Mas fico revoltado, pois estes pequenos delitos são pagos por quem anda na linha e paga suas compras e impostos corretamente.

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25 toques para ser mais feliz

October 23rd, 2008 pdc No comments

1. Seja ético. A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.

2. Estude sempre e muito. A glória pertence aquele que tem um trabalho especial para oferecer.

3. Acredite sempre no amor. Nós não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você . Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.

4. Seja grato a quem participa das suas conquistas. O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar todos motivados.

5. Eleve suas expectativas. Pessoas com sonhos grandes obtém energia para crescer. Os perdedores dizem: “Isso não é para nós”. Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.

6. Curta muito a sua companhia. Casamento dá certo para quem não é dependente. Aprenda a viver feliz mesmo sem uma pessoa ao lado. Se não tiver com quem ir ao cinema, vá com a pessoa mais fascinante: você.

7. Tenha metas claras. A história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas. Amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdício de tempo, energia e dinheiro.

8. Cuide bem do seu corpo. Alimentação, sono e exercícios são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para que os outros gostem também.

9. Declare o seu amor. Cada vez mais as pessoas devem exercer seu direito de buscar o que querem (sobretudo no amor), mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.

10. Amplie os relacionamentos profissionais. Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.

11. Seja simples. Retire de sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários. Crie espaço para desfrutar mais a viagem da vida.

12. Não imite o modelo masculino. Os homens fizeram sucesso a custa da solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios. Sem dúvidas, temos mais a aprender com as mulheres do que vocês conosco. Preserve a sensibilidade feminina – é mais natural e lucrativa.

13. Tenha um orientador. Viver é decidir na neblina sabendo que o resultado só será conhecido quando pouco restar a fazer. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e bem sucedido, para lhe orientar nas indecisões.

14. Jogue fora o vicio da preocupação. Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem! Defina suas metas, conquiste-as e deixe a neura para quem gosta dela!

15. O amor é um jogo cooperativo. Se vocês estão juntos, é para jogar no mesmo time. Ficar mostrando dificuldades do outro ou lembrando suas fraquezas para os amigos não tem graça.

16. Tenha amigos vencedores. Campeões falam de campeões. Perdedores só tocam na tecla perdedores. Aproxime-se de pessoas com alegria de viver e afaste-se de gente baixo-astral, que seca até espada-de-são-jorge.

17. Diga adeus a quem não merece. Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento é masoquismo e atrapalha sua vida. Não gaste vela com mau defunto. Se você tiver um marido que não esteja usando, empreste, venda, alugue, doe e deixe espaço livre para um novo amor.

18. Resolva. A pessoa do próximo milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários. Saiba tomar decisões, mesmo as antipáticas. Você otimizará seu tempo e seu trabalho. A Vida fluirá muito melhor.

19. Aceite o ritmo do amor. Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.

20. Celebre as vitórias. Compartilhe o sucesso, mesmo pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore encha-se de energia para os desafios seguintes.

21. Perdoe. Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.

22. Tenha ídolos. Uma pessoa que você admira é uma fonte de inspiração. Ajuda a tomar decisões e a evitar desvios de rota.

23. Arrisque! O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho só terá de decidir que pizza pedir. E o único risco que corre será o de engordar.

24. Tenha uma vida espiritual. Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Reze antes de dormir. faz bem ao sono e a alma. Oração, meditação são forças de inspiração.

25. Planeje bem uma mudança. Os arquitetos gostam de discutir o projeto antes de começar a obra. Fazer tudo de supetão leva a desgastes desnecessários. A melhor ação é a análise do novo projeto de vida.

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Uso de airbag pouparia R$ 2,2 bilhões

August 9th, 2008 pdc No comments

Carsale

Um estudo elaborado pelo Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária) apontou que 3.426 mortes de condutores de automóveis e camionetas poderiam ter sido evitadas pelo uso do airbag. O relatório considera o período compreendido entre os anos de 2001 e 2007, ou seja, 489 vítimas fatais salvas por ano. Esse volume é 1,4% do total de 35 mil mortes decorrentes de acidentes de trânsito no País por ano.
Ainda de acordo com o levantamento, o airbag poderia proteger 71.047 pessoas de ferimentos leves – 10.150 vítimas leves evitadas por ano -, desde que elas estivessem usando o cinto de segurança; e poupar R$ 1,58 bilhão em gastos relacionados a traumas sem gravidade. No caso das vítimas fatais, o impacto econômico seria de R$ 630 mil – R$ 90 mil por ano. Se somarmos os dois tipos de vítimas, o impacto total seria de R$ 2,2 bilhões em sete anos. De acordo com o Cesvi Brasil, as estimativas econômicas consideraram que, por meio do uso do airbag, a vítima fatal passaria a ser contabilizada como ferida e a vítima ferida, por sua vez, como ilesa, segundo critérios adotados pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Para elaborar o estudo, o Cesvi Brasil tomou como base informações de uma pesquisa sobre a efetividade do airbag realizada nos Estados Unidos pelo NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration), instituição que administra a segurança viária daquele país. O relatório cruzou estatísticas do DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito), do IPEA e da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), sobre a frota de veículos, acidentes e vítimas, a frota de veículos segurados e estimativas de gastos e o impacto econômico associados às vítimas fatais e feridos decorrentes de acidentes de trânsito.
A instituição, porém, não incluiu no estudo do efeito do uso do airbag em picapes (motorista e passageiro), pois não foram encontrados índices relacionados a esse tipo de veículo.

Cinto de segurança
O Cesvi Brasil também avaliou a efetividade do uso do cinto de segurança no País e concluiu que o aumento de 10% de adesão ao equipamento evitaria mais de 1.600 mortes e custos relacionados de R$ 156,6 milhões. O estudo considerou média de 82,7% de adesão do cinto nas rodovias e 75,2%, na cidade, em 2007. (Carsale)

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Supercomputador tem peças de Playstation 3

June 10th, 2008 pdc No comments

Claudia Rondon, do Plantão INFO

SÃO PAULO – Com peças do Playstation 3, o computador mais rápido do mundo, testará virtualmente armas nucleares dos EUA.
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Jabor

May 23rd, 2008 pdc No comments

Deus disse: “Que cresça a erva, que a erva dê semente, que da semente cresçam árvores e dêem frutos”.
Deus povoou a Terra com brócolis, couve-flor, espinafre, milho e vegetais de todas as espécies, para que o Homem e a Mulher pudessem viver longas e saudáveis vidas.

E Satanás criou o McDonald’s e a promoção de dois BigMacs a cinco reais. E Satanás disse ao Homem: “Queres as batatas fritas com que?” E o homem disse: “Na promoção, com Coca-cola, catchup e mostarda”.

E o ‘Homem engordou cinco quilos.

E Deus criou o iogurte saudável, para que a Mulher pudesse manter a Forma esbelta de que o Homem tanto gostava.

E Satanás criou o chocolate. E a Mulher engordou cinco quilos.

E Deus disse: “Experimentem a minha salada”.

E Satanás criou os pratos de bacalhau com creme e marisco. E a Mulher engordou 10kg.

E Deus disse: Enviei-vos bons e saudáveis vegetais e o azeite para que os possam cozinhar”.

E Satanás inventou a gordura hidrogenada, a galinha frita e o peixe frito.

E o Homem ganhou dez quilos e os níveis de colesterol bateram no teto.

E Deus criou os sapatos de corrida, e o Homem perdeu aqueles quilos extras.

E Satanás criou a televisão a cabo com controle remoto para que o homem não tivesse de se levantar para mudar de canal.

E o Homem engordou mais vinte quilos.

E Deus disse: “Estás passando dos limites”.

E Satanás criou o ataque cardíaco.

E Deus criou a intervenção cirúrgica cardíaca.

E Satanás criou o sistema de saúde brasileiro…

Mas Deus deu ao homem os convênios… e a aposentadoria para que ele pudesse descansar e ter nova chance..

Aí Satanás criou o PT… Então Deus desistiu…

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Veja as previsões mais furadas da história da tecnologia

February 17th, 2008 pdc No comments
Computadores e tecnologia
“Não há razão para que alguém queira ter um computador em casa”. Ken Olson, presidente e fundador da Digital Equipment Corp. (DEC), fabricante de computadores mainframe computers, discutindo os computadores pessoais, em 1977.
“Mas… para o que serve isso?”Robert Lloyd, executivo da IBM, sobre o microprocessador, em 1968.
“Na medida em que uma calculadora no ENIAC é equipada com 18 mil tubos de vácuo e pesa 30 toneladas, os computadores do futuro deverão ter apenas mil tubos de vácuo e pesar 1,5 mil toneladas”. Revista Popular Mechanics, em 1949.
“Eu viajei por todos os cantos deste país e conversei com as melhores pessoas, e posso assegurar a você que o processamento de dados é uma moda e não vai durar até o final do ano”. Editor responsável por livros de negócios da Prentice Hall, em 1957.
“Esta coisa de antitruste vai passar”. Bill Gates, fundador da Microsoft (data não disponível).
“O potencial mercado de máquinas de cópia é de, no máximo, cinco mil (unidades).” IBM, para os eventuais fundadores da Xerox, dizendo que as fotocopiadoras não teriam um mercado tão grande que justificasse a sua produção, em 1959.
Internet e comunicação por satélite
“A transmissão de documentos por cabos de telefone é possível, em princípio, mas o aparato requerido é tão caro que nunca irá se tornar uma proposta prática”. Dennis Gabor, físico britânico e autor de Inventing the Future, em 1962.
“A compra à distância, apesar de ser completamente possível, irá fracassar – porque a mulher gosta de sair de casa, segurar a mercadoria, gosta de estar apta a mudar a sua intenção”.Revista Time, descartando as compras online antes mesmo de se ouvir falar nelas, em 1966.
“Não há praticamente nenhuma chance dos satélites espaciais de comunicação serem usados para prover melhores serviços de telefone, telégrafo, televisão ou rádio dentro dos Estados Unidos”.T. Craven, membro do conselho da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, em 1961 (o primeiro satélite comercial de comunicações entrou em serviço em 1965).
Telefone
“O telefone tem muitas desvantagens para ser considerado, seriamente, um meio de comunicação. O aparelho não tem valor para nós”. Memorando da Western Union, entre 1876 e 1878.
“Os americanos têm necessidade de telefones, mas nós não. Temos um monte de mensageiros”.Sir William Preece, engenheiro-chefe da Escritório Postal Britânico, em 1878.
“É uma grande invenção, mas de qualquer forma, quem iria usar isso?” Rutherford B. Hayes, presidente norte-americano, depois da demonstração do telefone de Alexander Bell, em 1876.
Televisão e cinema
“A televisão não vai durar. É uma tempestade num copo d’água”.Mary Somerville, pioneira em radiodifusão educacional, em 1948.
“A televisão não vai durar porque, logo, as pessoas irão ficar cansadas de olhar para uma caixa de madeira todas as noites”.Darryl Zanuck, produtor de cinema da 20th Century Fox, em 1946.
“Quem diabos deseja ouvir os atores falando?” H. M. Warner, co-fundador da Warner Brothers, em 1927.
Rádio e música
“O rádio não tem futuro” Lord Kelvin, matemático e físico, em 1897.
“A caixa de música sem fio não tem valor comercial imaginável. Quem pagaria para uma mensagem enviada para ninguém em particular?” Associados de David Sarnoff, respondendo a um pedido de investimento para o rádio, em 1921.
“O fonógrafo não tem nenhum valor comercial”. Thomas Edison, inventor norte-americano, nos anos 1880.
Automóveis
“O cavalo está aqui para ficar, mas o automóvel é apenas uma novidade, uma moda”. Presidente do banco de Michigan alertando o advogado de Henry Ford para não investir na montadora, em 1903.
“Que o automóvel praticamente chegou ao seu limite é confirmado pelo fato de que, nos últimos anos, nenhum aprimoramento radical foi introduzido.” Revista Scientific American, em 1909
“A ‘carruagem sem cavalo’ normal é, no momento, uma luxuria para os ricos, e por causa do seu preço, provavelmente vai falhar no futuro. Com certeza, jamais se tornará tão comum como a bicicleta”. Literary Digest, em 1899.
Aviação
“O homem não irá voar em 50 anos”.Wilbur Wright, pioneiro da aviação, ao irmão Orville, depois de uma tentativa fracassada de voar, em 1901 (os dois norte-americanos obtiveram sucesso em 1903).
“Máquinas de voar mais pesadas do que o ar são impossíveis”. Lord Kelvin, matemático, físico e presidente da Sociedade Real Britânica, em 1895.
“Aviões são brinquedos interessantes, mas não têm valor millitar”. Marechal Ferdinand Foch, professor de estratégia da Ecole Superieure de Guerre, em 1904.
“Jamais será construído um avião grande”. Engenheiro da Boeing, depois do primeiro vôo do modelo 247, que tinha motor duplo e transportava 10 pessoas.
Outros temas
“Tudo que pode ser inventado já foi inventado”.Charles H. Duell, oficial do escritório de patentes dos Estados Unidos, em 1899
“Qualquer um familiarizado com o assunto vai reconhecer isso como um evidente fracasso” Henry Morton, presidente do Instituto de Tecnologia Stevens, sobre a lâmpada elétrica de Thomas Edison, em 1880.
“Um foguete jamais será capaz de deixar a atmosfera da Terra”. Jornal New York Times, em 1936.
“A energia atômica deve ser tão boa como os explosivos de hoje, mas é improvável que produza algo muito mais perigoso”. Winston Churchill, primeiro-ministro britânico, em 1939
“Não há a menor indicação de que a energia nuclear será obtida. Isso significaria que o átomo teria que ser rompido no futuro”. Albert Einstein, em 1932.
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A Monga

February 5th, 2008 pdc No comments

Aos quatorze anos, eu estava com os hormônios explodindo e começando a achar que meninas talvez fossem… legais.
Uma vizinha começou a me despertar umas sensações estranhas. De repente, começou a ficar bom estar perto dela…
E eu, moleque de tudo, não tinha a menor idéia do que fazer. Pô, estávamos em Bauru, em 1970. Não tinha esse esquema de “ficar”, de beijar dez por noite… Todo mundo era recatado. Abordar uma menina, só pra namorar. E era uma aventura para um garoto tímido de quatorze anos. Dava um frio terrível na barriga.
Um dia chegou a Bauru um daqueles parques de diversões que ainda circulam por cidades do interior. Naquela época, era um acontecimento! Para a garotada que não tinha os videogames, os DVDs e as baladas, o parque era o grande barato! Uma festa de cores e sons. Jogo de argola, algodão doce, chapéu mexicano, roda gigante, trem fantasma… até chegar na atração máxima: Monga a Mulher Gorila. Visto de fora, dava medo…
A atração prometia uma mulher que se transformava em gorila diante de nossos olhos! Fui ao parque com um tio e, apavorado, vi a Monga. A mulher se transformava, ficava nervosa e ameaçava saltar sobre o povo que estava espremido num cubículo, era um horror! Quase morri de susto. E então tive a idéia…
Convidei a vizinha para ir ao parque e ela aceitou toda contente. Fizemos aquele passeio tradicional de pré-namorico, até maçã do amor eu comprei pra ela. E aos poucos fomos chegando a meu objetivo: a Monga. Paramos diante da atração apreciando as pinturas da fachada colorida. De um lado a mulher bonita, de outro o monstro peludo. E então botei em prática o meu plano, convencendo a menina a entrar para ver a fantástica transformação.
Ela estava apavorada mas eu a tranqüilizei com uma frase do Dr. Smith, de Perdidos no Espaço: – Nada tema, com o Lu não há problema. Entramos… Aquele ambiente de terror, luz baixa, todo mundo apertado em frente a uma espécie de palco-jaula, minúsculo… Música ruim e a voz do apresentador criando um clima. Meu plano era perfeito.
Coloquei a menina na frente, de cara pro palco. – Fica aqui. Fica aqui. E me posicionei estrategicamente atrás dela. Esperando… Então entra a mulher, que ainda não era a Monga. Vestida com aquela roupa de circo, pernas de fora e cara de medo. O povo meio nervoso fazendo comentários Baixa a luz. Sobe a música. E começa o ritual, com a música em crescendo e a mulher se contorcendo… Por meio de um engenhoso jogo de iluminação e espelhos, dá-se a transformação. Pêlos, traços animalescos… O narrador, com a voz empostada, vai dramaticamente chamando a atenção de todos: – Vejam! Agora surgem pêlos no braço. Olhem como o rosto começa a transformar-se… É a fera! A fera! E logo, onde havia a mulher delicada agora estava a Monga.
Uma espécie de gorila, que vai ficando nervosa enquanto a música aumenta. Começa a pular e a gritar, cada vez mais agitada. O barulho é ensurdecedor. As pessoas gritam, apavoradas. Pra piorar, uns caras dão tapas nas laterais de lata do cenário: Tum! Tum ! Tum! O apresentador fica desesperado: – Calma! Calma! Calma! E então, num gesto brusco, a Monga abre a jaula e meio que salta sobre a platéia, bem em cima da menina que estava na minha frente. Berros de pavor!
A garota toma um susto tremendo e vira-se pra correr desesperada, apenas para me encontrar de braços abertos, com um leve sorriso de olhos fechados, esperando para o abraço delicioso… Que baita plano, sô! Tomei uma puta joelhada no saco. Aquele que seria meu primeiro amor acabou quando a Monga pulou.
Não ganhei a menina, mas aprendi que mulher, seja normal ou monga, dá um trabalho…. 
Este artigo é de autoria de Luciano Pires (www.lucianopires.com.br)

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Déjà vu: uma falha na memória

February 4th, 2008 pdc No comments

Todo mundo fica encasquetado de vez em quando achando que já viveu um momento ou já viu aquela cena antes. Aí, ao comentar com um amigo, o cara vira e fala: déjà vu (nos mais variados sotaques e estilos de pronúncia!). Mas que raios, afinal, é isso? Coisa de outra vida? O cérebro pifando? Falha na Matrix? De volta para o futuro?
Naaaada disso. O termo déjà vu – expressão do Francês que significa “já visto” – é resultado de uma falha no processo de memória. Acontece quando ocorre um problema na comunicação entre os neurônios no córtex cerebral, que é o responsável pela codificação das informações recebidas e a formação da memória.
Geralmente a gente registra as coisas antes mesmo de tomar consciência delas. Durante essa “falha”, uma coisa nova pode ser encarada como parte da memória, dando a sensação de que já passamos por aquilo.
Segundo pesquisadores da Universidade de Leeds, um paciente com déjà vu crônico foi enviado ao hospital por seu médico, mas não chegou a procurar ninguém lá. Ele achava que já tinha feito isso, e até se lembrava de detalhes específicos da visita, que nem tinha acontecido!
Fonte:IG

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